Avelino Ferreira, 63 anos, brasileiro, casado, sete filhos, sete netos. Jornalista; escritor; professor de Filosofia.







sábado, 9 de março de 2013

Cláudio Andrade na luta contra o povo de Campos


Cláudio Andrade, ao omitir fatos relevantes sobre a luta de campistas, sanjoanenses, quissamaenses, macaenses, cabofrienses, em defesa dos atuais contratos que prevêem o pagamento de royalties sobre o petróleo extraído na Bacia de Campos, o faz na intenção de macular a imagem das lideranças do povo de Campos, inclusive a de seu deputado, Roberto Henriques, que participa do movimento, ao lado da prefeita Rosinha e do deputado Garotinho.

Sem coragem para admitir publicamente que torce para que o Estado do Rio e, principalmente, a região, perca a indenização paga pela extração de petróleo na Bacia de Campos, fala e escreve contra as manifestações que revelam a indignação da população. Mas omite as manifestações do povo de São João da Barra. Critica a prefeita de Campos por liderar movimentos, mas nada diz ou escreve sobre as ações de rua do, até agora, prefeito de São João da Barra

Na sua recente postagem sobre manifestação na BR-101, Cláudio Andrade insinuou, usando versão e fotos de um informante, que um vereador, com veículo oficial, impediu a passagem de ônibus da empresa 1001. Abaixo, a nota que lhe enviei, via comentário:

Cláudio,

Na certeza de que reproduziu a versão do informante, assim como suas fotos, fato que já ocorreu anteriormente, posso esperar que publique, também, esta outra:

Caro blogueiro,
Além de torcer para que o povo de Campos, São João da Barra, Quissamã, Macaé e região dos lagos perca a justa indenização pela extração de petróleo na Bacia de Campos, você distorce fatos, omite outros e faz insinuações inadequadas, porque descabidas, tentando macular a imagem daqueles que lutam pelos seus direitos, pelos direitos da população.

Na postagem em que "... vereador impede passagem de ônibus da 1001", publica a foto de um veículo com adesivo que permite o acesso ao estacionamento da Câmara, como para insinuar que o vereador estava usando um carro oficial, pertencente à própria Câmara ou para caracterizar, com o adesivo, que o veículo é do vereador.

Se fosse, estaria exercendo o seu direito como reconhecida liderança da comunidade, eleita para defendê-la; se o veículo fosse oficial, revelaria a coerência do poder legislativo, de lutar por sua comunidade, principalmente a nossa Câmara, que, no decorrer de seus 360 anos, tanto lutou contra os governantes que sufocavam nossos antepassados.

Porém, o veículo não pertence à Câmara; e o adesivo de acesso ao estacionamento do legislativo é usado por vereadores, diretores da Casa, assessores e funcionários, no limite do número de vagas.

Alvanir Ferreira Avelino
Diretor Geral da
Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes

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